Humanitas360 firma parceria para novo projeto com detentas no Pará

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Humanitas360 firma parceria para novo projeto com detentas no Pará

A artista plástica norte-americana Liza Lou e a presidente do Instituto Humanitas360, Patrícia Marino, visitaram o Centro de Reeducação Feminino (CRF), em Ananindeua (Região Metropolitana de Belém), nesta quinta-feira (23), para conhecer o trabalho desenvolvido por detentas da Coostafe (Cooperativa Social de Trabalho Arte Feminina Empreendedora), a primeira cooperativa formada exclusivamente por mulheres presas no Brasil. Na foto, Liza Lou com a interna Maria Domingas (e) FOTO: CLÁUDIO SANTOS / AG. PARÁ DATA: 23.03.2017 ANANINDEUA - PARÁ

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A artista plástica norte-americana Liza Lou (d) e a presidente do Instituto Humanitas360, Patrícia Marino (e), visitaram o Centro de Reeducação Feminino (CRF), em Ananindeua (Região Metropolitana de Belém), nesta quinta-feira (23), para conhecer o trabalho desenvolvido por detentas da Coostafe (Cooperativa Social de Trabalho Arte Feminina Empreendedora), a primeira cooperativa formada exclusivamente por mulheres presas no Brasil. FOTO: CLÁUDIO SANTOS / AG. PARÁ DATA: 23.03.2017 ANANINDEUA - PARÁ

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A presidente do Instituto Humanitas360 assina acordo de entendimento com a Susipe.

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A artista plástica Liza Lou conhece materiais locais em Belém, PA.

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A artista plástica norte-americana Liza Lou e a presidente do Instituto Humanitas360, Patrícia Marino, visitaram o Centro de Reeducação Feminino (CRF), em Ananindeua (Região Metropolitana de Belém), nesta quinta-feira (23), para conhecer o trabalho desenvolvido por detentas da Coostafe (Cooperativa Social de Trabalho Arte Feminina Empreendedora), a primeira cooperativa formada exclusivamente por mulheres presas no Brasil. FOTO: CLÁUDIO SANTOS / AG. PARÁ DATA: 23.03.2017 ANANINDEUA - PARÁ

O Instituto Humanitas360 levou a artista plástica norte-americana Liza Lou para conhecer o trabalho inovador sendo feito no Centro de Reeducação Feminino (CRF) de Ananindeua no Pará. O objetivo foi apresentar à artista a COOSTAFE (Cooperativa Social de Trabalho Arte Feminina Empreendedora), primeira cooperativa formada exclusivamente por detentas no Brasil.

Além de desenvolverem habilidades manuais, produzindo peças como utensílios domésticos e brinquedos, a cooperativa permite que as reeducandas gerem renda para suas famílias, mesmo dentro da unidade prisional. Graças à liderança da Dra. Carmen Botelho, diretora da unidade, o CRF de Ananindeua se tornou modelo de boas práticas no país.

A proposta do Humanitas360, em parceria com os parceiros Observatório Social de Belém, a Susipe (Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado do Pará) e o CRF, é de proporcionar aos membros da COOSTAFE e a Liza Lou um espaço para juntas fazerem arte, desenvolverem novas habilidades e atrair maior visibilidade para a cooperativa como modelo a ser replicado em outros presídios do Brasil.

“Nosso Instituto fica muito satisfeito em participar e promover iniciativas e ideias que visam valorizar e abrir caminhos de oportunidades para cidadãos que se encontram em um nicho esquecido da sociedade. Nossa proposta é articular com o poder público, a sociedade civil e a iniciativa privada e, juntos, assumir uma corresponsabilidade cívica com essas pessoas. Elas não deixaram de ser cidadãs, apenas estão privadas de sua liberdade”, disse Patrícia Marino, presidente do H360.

O H360 aproveitou o encontro para celebrar um termo de cooperação com a Susipe para dar base legal e garantir a evolução do projeto, que se encontra na fase de detalhamento e captação de recursos. O início dos trabalhos está previsto para a segunda metade de 2017.

“Precisamos mobilizar a sociedade para uma mudança de pensamento, ao ver que as pessoas que estão aqui são capazes de produzir algo belo, e que através do trabalho são capazes de mudar a sua perspectiva de vida, mudar a sua conduta social. Essas mulheres precisam se sentir úteis, pois acreditamos que uma nova chance seja uma nova oportunidade de vida”, reforçou Botelho.

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