Sistemas prisionais 

Somos dedicados a empoderar e a melhorar a qualidade de vida de detentos no sistema prisional na América Latina que estão sendo expostas a condições desumanas. Essas condições incluem a superlotação em mais de 200% da capacidade normal, abusos na higiene geral, a falta de serviços médicos, entre outros. Acreditamos que o público deve saber dessas condições. Uma das raras coisas que nós, seres humanos, compartilhamos uns com os outros é a habilidade de nos conectarmos e ter empatia pelo próximo. Nenhum ser humano deve viver em condições desumanas. Além do mais, vários países precisam de reformas do sistema prisional ou novas estratégias para melhorar a implementação das leis. Para endereçar estas questões, somos comprometidos ao:

  • empoderar detentos; acreditamos que o empoderamente de detentos tem o potencial de diminuir taxas de reincidência e melhorar a qualidade de vida de milhares de pessoas. Quando uma pessoa deixa o sistema prisional, ela deve sair com habilidades que o possibilitem a se reintegrar à sociedade sem ter que reincidir. Queremos trabalhar com parceiros que desenvolvam programas que empoderam detentos enquanto eles estão presos e criar programa de reabilitação mais fortes, para que os detentos tenham mais habilidades para se reintegrar à sociedade.
  • criar consciência: queremos que todo cidadão conheça fatos sobre essas questões. Isto inclui trazer à tona as condições desumanas que existem dentro do sistema prisional e engajar comunidades a mudar a cultura de reintegração. A América Latina tem níveis extremos de reincidência, em parte devido às condições não humanas onde detentos vivem, a falta de ferramentas e recursos para a reintegração na sociedade. Somos comprometidos a endereçar desafios e a mudar esta cultura.
  • endereçar problemas: Se a taxa atual de reincidência, superlotação, e condições das prisões e outros centros de detenção não serem endereçadas, o sistema entrará em colapso.

Nosso objetivo consiste em trabalhar com o sistema prisional, governos, sistemas judiciais, a sociedade civil e nossos parceiros para desenvolver novas reformas do sistema prisional e identificar as melhores práticas que países podem utilizar para implementar leis.